quarta-feira, 29 de junho de 2011

Instrumentos de avaliação para as ferramentas mais utilizadas na educação à distância: fórum, portfólio, auto-avaliação.

Grupo 3 (Darlane, Diogo, Maria Cristiane e José Cleiton)


Os instrumentos de avaliação de aprendizagem devem ser largamente utilizados e bem elaborados ao longo do período letivo. Esses instrumentos de avaliação devem permitir ao professor deter informações sobre a capacidade de aprendizado dos alunos, observada, em especial, pela competência dos mesmos para resolver problemas e instrumentalizar o conhecimento para a tomada de decisões.
Cabe ao professor da disciplina, definir os instrumentos que serão utilizados para melhor acompanhar o processo de aprendizado de seus alunos. No ensino a distância as ferramentas de avaliação mais utilizadas são: fórum, portfólio e auto-avaliação.
Os instrumentos específicos de avaliação necessitam de constante desenvolvimento, pois não são capazes de detectar a totalidade do desenvolvimento e aprendizagem dos alunos. É diante dessas limitações que cada instrumento de avaliação comporta que se faz necessário pensar no melhor proveito a ser retirado de cada um e a melhor maneira de correlacioná-los, assim se terá mais subsídios que auxiliem no desenvolvimento do processo avaliativo.

Análise da ferramenta fórum:
A ferramenta fórum permite a aproximação diária de professor aluno, tornando mais fácil a interação virtual. As discussões apresentadas nos fóruns devem viabilizar o diálogo crítico e problematizador baseando-se em critérios e estratégias bem definidas.
Segundo Demo (2002) “É inviável avaliar sem dispor de escala de contraste. Não podemos dizer se algo está mais acima ou mais abaixo, está melhor ou pior, está para mais ou para menos, sem que tenhamos por trás escala que permita posicionar”. A partir dessa escala de contrastes criadas pelo professor pode-se encaminhar o fórum de maneira mais objetiva, e podendo diagnosticar a cada participação se o aluno está formando realmente um conhecimento daquilo que está sendo discutido.
O objetivo do fórum, além da maior interação aluno-professor, é sedimentar o que foi aprendido em sala de aula a partir de discussões fundamentadas na teoria aprendida, o aluno é faz parte da ação, ele é o ator principal e o professor deve conduzi-lo a uma rede de conexões que o levem ao pensar crítico.
Muitos professores avaliam os fóruns apenas por participação, quantidade, esse caminho é mais fácil, porém não favorável ao aluno. O aluno deve ser avaliado a cada discussão, ser indagado a ter reflexões mais amplas, mais fundamentadas em leituras complementares as aulas. A avaliação deve ser baseada no processo crítico que quele aluno desenvolveu, esse processo pode ser analisado a partir de resenhas criadas por estes alunos a respeito de textos apresentados pelo professor ou por textos apresentados pelo próprio aluno, ao final de cada fórum o professor deve refletir seus próprios objetivos iniciais e avaliar a turma pela qualidade das resenhas e não pela quantidade apresentada. O professor neste caso deve se auto-avaliar para tornar o fórum um espaço atraente a discussões. Essas reflexões, de certa forma, estão associadas a ações anteriores, associando-se assim ao que Freire (1997) chama de ciclo de reflexão-ação.

Análise da ferramenta portfólio:
De acordo com o dicionário, a definição de portfólio é: “conjunto ou coleção daquilo que está ou pode ser guardado num porta-fólio (fotografias, gravuras etc.)” ou sob a ótica da publicidade: “conjunto de trabalhos de um artista (designer, desenhista, cartunista, fotógrafo etc.) ou de fotos de ator ou modelo, us. para divulgação entre clientes prospectivos, editores etc.; buque.” (Denis, 2003) . Essa definição mais ampla nos leva ao conjunto de informações a respeito do que é estudado, no formato de discussões a serem realizadas ou questões a serem resolvidas pelos alunos e elencadas na forma de portfólio.
O portfólio como é apresentado aos alunos da UAB são textos escritos baseados em perguntas e discussões. Espera-se que esses trabalhos sejam articulados para expressar idéias, expressando conhecimento, uma síntese do que foi aprendido. E qual seria o instrumento de avaliação coerente com esse processo de aprender via portfólio? Com certeza não poderia ser um instrumento de pontuação apenas, mas sim um instrumento que desse espaço à criatividade, à construção e que registrasse o percurso desse processo de construção do saber. O Portfólio é um instrumento que reflete a trajetória desse saber construído.Também possibilita aos alunos e professores uma compreensão maior do que foi ensinado.
A ferramenta portfólio no seu sentido mais amplo, serve como uma classificação aberta, transitória e partilhada, já que, o aluno expressa o que aprendeu e fornece mecanismos para que o professor possa entender os próximos passos a serem seguidos no melhoramento de aprendizado de cada aluno. É um processo que estimulao desenvolvimento pessoal, pois portfólios bem elaborados mostram ao aluno o quanto são capazes de desenvolver conceitos e idéias.
Para que se possa usar esta ferramenta no seu sentido ideal, necessita-se criar primeiro um objetivo a ser alcançado com está atividade. Queremos que os alunos apenas resolvam cálculos? Ou apenas nos mostrem respostas prontas, muitas vezes tiradas da internet? Queremos ter mais trabalho com o desenvolvimento de questões reflexivas e que tornem os conceitos mais próximos do cotidiano do aluno, mais aplicável?
Ao se iniciar a criação de um portfólio deve-se levar em consideração as respostas as questões anteriores, pois a avaliação deve ser pautada não só em certos ou errados, mas em como o aluno desenvolveu o raciocínio e em como houve evolução a cada portfólio. Como somos obrigados a pontuar cada portfólio, devemos fazer essa pontuação a partir de um leque de oportunidades, em que o aluno pode desenvolver sua capacidade a partir de indagações que o levem a pensar e não só a serem meros copiadores de pensamentos ou respostas alheias.

Análise da ferramenta auto-avaliação:
A auto-avaliação está vinculada diretamente a autonomia, pois o aluno possui a capacidade de auto-crítica e está compreensão favorece o conhecimento. A auto-avaliação propicia ao estudante a tomada de consciência do que precisa ser melhorado e modificado para a sua formação. Para isso há a necessidade de um processo comunicacional eficiente.
Diversos estudos podem nos auxiliar no como fazer a auto-avaliação. Prata (2003) apresenta um framework de avaliação da aprendizagem a distância com o uso de agentes inteligentes. Ele cita a estruturação de um módulo de auto-avaliação do estudante que contém informações sobre a sua situação em relação à turma, entre elas: participação, acuidade, dificuldades e resultados das avaliações. Depois, apresenta perguntas para o estudante refletir e responder em relação ao curso, ao professor e aos colegas (Primo, 2008). A partir dessa análise o professor pode vincular essa auto-avaliação do aluno ao seu rendimento global e a partir daí construir um perfil de aprendizado de cada aluno e no decorrer do curso possibilitar o crescimento de cada aluno, conhecendo-o melhor.
Referências


DEMO, Pedro. Mitologias da avaliação: de como ignorar, em vez de enfrentar problemas. Campinas: Autores Associados, 2ª Ed, 2002.

Denis, R. C.; Till J. H. W. Portfolio Pessoal: do impresso ao virtual. Trabalho de conclusão do período. PUC-Rio / Departamento de Artes & Design. Programa de Mestrado em Design / 2003.1

FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1997.

Prata, D. N. (2003). “Estratégias para o Desenvolvimento de um Framework de Avaliação da Aprendizagem a Distância”. Disponível em sbie2003/publicacoes/paper16.pdf>

Primo, L. (2008). Auto-Avaliação na Educação a Distância uma alternativa viável. Anais do XXVIII Congresso da SBC. WIE – Workshop sobre Informática na Escola. Núcleo de Educação a Distância - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - Senac – Fortaleza – CE – Brasil

terça-feira, 28 de junho de 2011

A importância do bate-papo...

O bate-papo dentro da modalidade de ensino semipresencial tem uma importância sublime, porém muitas vezes minimizadas pelos cursistas e até mesmos pelos próprios tutores. Sua ausência é justificada pelo tempo esguio durante a disciplina ou por inúmeras tarefas a serem desempenhadas ao mesmo tempo. Mas nada substitui esse acompanhamento à distância. Sendo assim, é necessário termos um planejamento afiado e próximo ao cursista. Deixando claro, através de emails, contínuos:
- datas para o bate-papo;
- horário e duração do bate-papo;
- assunto a ser discutido;
- os objetivos do bate-papo;
- as regras para um bom bate-papo.


Para que todos os cursistas participem de maneira atuante e permanente é importante que o tutor possa desempenhar o papel de estimulador ou incentivador dessa ação. Percebemos que muitos alunos ficam "on line" mas não participam do bate-papo em momento nenhum a não ser no momento da saudação. Então, chamar pelo nome, direcionar uma pergunta são motivações importantes para manter "acesa" o ânimo da turma de EAD, durante um bate-papo.


A conscientização da importância do bate-papo, entre os cursistas é outro pilar importante nessa construção do processo de ensino aprendizagem. Essa coluna é construida a longo prazo e à várias mãos, por meio de um bom planejamento, de dedicação do tutor e comprometimento do cursista.


Práticas avaliativas : professor - aluno

Olá colegas,

Analisando as práticas avaliativas dos tempos antigos com os atuais, observamos grandes diferenças. Diferenças estas que contribuiram  positivamente como negativamente. Antes, o professor era o detentor do saber, na qual os alunos não poderiam nem sequer "questionar" seu professor. Atualmente, esta situação está sendo invertida, porém fico me questionando em relação as práticas avaliativas como forma de resposta ao aprendizado. Será que antigamente os alunos aprendiam mais com esta forma rígida ou agora? Outro aspecto é será que nós professores conseguimos avaliar nossos alunos de maneira contínua, ou seja, levando em consideração todo o processo de ensino ou somente, pensamos que avaliar significa realização de provas que muitas vezes deixam os alunos nervosos pela situação que se encontram?

O que não posso deixar de considerar no bate-papo


Planejamento já é a palavra-chave para a existência de um bom bate-papo, como em todas as coisas que iremos desenvolver enquanto tutor. No entanto, o tutor precisa tomar alguns cuidados como deixar claro o tema, ou os temas, a ser(em) abordado(s) durante o bate-papo. Estabelecer a duração do mesmo, data e horário e, principalmente, certificar-se de que todos os alunos foram previamente avisados. O papel do tutor é muito importante na condução do bate-papo para que ele seja efetivamente realizado, dentro das ações que foram planejadas. Ele não pode monopolizar as falas, sendo o único a incitar a discussão, mas tampouco ele pode ser omisso, deixando os alunos correram com o papo solto, enveredando por caminhos e debates que não tenham referência com os conteúdos abordados ou temas previamente planejados para serem discutidos no ambiente. Por ser uma ferramenta síncrona, em tempo real, o bate-papo é muito importante para proporcionar interação com os alunos, retirar dúvidas, trocar informações entre eles, aproximar o grupo e também o professor, além de retirar a ansiedade por respostas ou contatos, que muitas vezes a EaD proporciona. Assim, cientes dessa gama de oportunidades que o chat pode trazer, além do fortalecimento dos laços de amizades, os alunos sentirão mais estímulo e gosto em participar dessa atividade, cada vez que eles sentirem que a atividade foi bem planejada e bem executada.

Práticas avaliativas

Analisando a figura da aula 4, podemos dizer que esse paradigma educacional onde o professor era o único detentor do saber vem sendo quebrado, o conhecimento é construído com uma participação efetiva de cada um dos atores envolvidos. Na figura postada, vimos claramente que os resultados negativos de uma avaliação são imediatamente questionados pela competência do professor, eximindo toda a responsabilidade do aluno e pais nesse processo. A avaliação não pode ser uma via de mão única!

Práticas de avaliação

Olá, turma,
ao visualizar a figura da aula 4, tópico 1, volta-se a um passado não muito antigo, pois a educação já foi vista em geral dessa forma e ainda há resquícios hoje. O professor como o centro do saber que pode comandar o aprendizado do aluno e até abrir sua cabeça, assim o moldando ao seu desejo.
A relação aluno-professor-saber é muito complexa e depende de vários fatores: afetividade, capacidade de sublimação, autonomia,conhecimento prévio do aluno e tantos outros, porém avaliação nem sempre é bem empregada num ambiente de aprendizagem. Segundo Jussara Hoffmann, a avaliação mediadora se opõe ao paradigma "transferir-verificar-registrar"  e  pode evoluir para uma ação reflexiva e desafiadora do educador que  favoreça uma produção do aprender enriquecido a partir dos fenômenos estudados.
Até mais...
Glauco

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Pilares Freireanos

Educação é vida vivida de forma plena, com conciencia crítica, situada no tempo e no espaço história e nao apenas um amontoado de procedimentos e técnicas que preparam para uma vida produtiva. Assim, a prática freireana é a reflexão e a ação dos homens sobre o mundo para transformá-lo.


Segundo Freire (2006), a base de todo processo educativo é o amor. Sentimento básico e próprio de todo ser humano, que desperta para a humildade, superando o egocentrismo e as desigualdades. Na educação, o amor é fundamental para o ser humano, ser inacabável e em contínuo aperfeiçoamento possa aprender. É reconhecer-se criado, recriado, criador e recriador.


A fé no homem é um ato que acontece antes do diálogo. Sem ela a aprendizagem se tornaria uma farsa. A aprendizagem, só ocorre pelo amor. E o diálogo é um ato de amor. É um ato humanizado. A esperança esta baseado na própria imperfeição e limitação do homem, por isso a necessidade de sempre lutar.


Só saberemos se houve um diálogo verdadeiro se houver um pensamento crítico, não separando o homem do mundo no qual está inserido.


Até mais!


Ana Karine Portela

Uma reflexão sobre práticas avaliativas




Esse figura foi mote para instigar a reflexão da minha avaliação junto aos meus alunos. E aí me deparo querendo consertar os erros, como se fossem máquinas perfeitas, pôr nos trilhos o trem desgovernado, querendo mais que a perfeição, métodos tradicionais... sem muitas vezes para perguntar ao meu aluno por onde ele quer ir? como ele quer ir? De acordo com Freire (1987), é necessário a humildade para que o homem se recrie permanetemente no mundo, e isso não pode ser de forma arogante.



Avaliar não é um ato pronto ou pontual, mas contínuo e permanente em que devemos considerar os pilares da dialogicidade de Freire (1987), amor, humildade, fé nos homens, esperançca e o pensar crítico.




Devemos também primar pela qualidade do que ensinamos e não pela quantidade "de contéudo ministrado". Infelizmente, ainda estamos muito presos a esses "controles".



Por fim, outro ponto que me levou a reflexão foi: "será que nós professores estamos preparados para sermos avaliados por nossos alunos?" Essa é uma reflexão que precisa também permear nossas discussões



Abraço virtual,



Ana Karine Portela





Pilares de Paulo Freire

Paulo Freire pensava a educação como um meio de transformar o homem e suas relações, nesse sentido, os elementos da dialogicidade freiriana perpassam a sala de aula, no sentido de que devemos educar para a vida, sendo meios de mantermos uma convivência harmônica em todas as áreas da vida humana. Pensar nas relações de maneira mais ampla faz com que possamos construir um ambiente mais favorável ao processo de aprendizagem. O amor pelas pessoas e pelo que fazemos passa para os outros mais confiança, mais estímulo. O professor, sobretudo em EaD, precisa agir com amor, sobretudo buscando passar isso para os alunos, que, muitas vezes, sentem-se sozinhos ou afastados pela própria situação da modalidade. Com amor, proximidade isso pode ser quebrado e essa sensação de distanciamento afastada.
Humildade é condição sine qua non para qualquer processo de troca, de aprendizagem. Devemos nos colocar sempre na condição de “aprendente”, com humildade para sabermos que o conhecimento é construído, cada dia, também contando com nossa participação, nossas inferências, nossas interpretações de mundo.
é condição imprescindível, juntamente com a esperança, para que as coisas possam caminhar e se desenvolverem de acordo com o que acreditamos. Em EaD esses pilares são ainda mais essenciais, pois, como sabemos, muitas das pessoas que trabalham nessa área veem a educação à distância como uma complementação de renda, não estando de acordo com suas especificidades ou tendo fé no seu projeto político pedagógico. É preciso acreditar na sua essência, para que nossos alunos também acreditem naquilo que estão fazendo, não se desestimulem e prosperem com a esperança de que construirão uma sociedade mais justa.
Assim, buscando uma formação completa dos nossos estudantes e de nós, enquanto ser humano, estimular o pensar crítico dos nossos estudantes, para que sua visão de mundo não seja apenas restrita ao que recebem de informação, mas que possam pensar, refletir, interpretar e construírem sua visão, seus pilares, sua fundamentação científica e humana. Para assim, não nos tornamos meros repetidores de informações, mas para podermos ser agentes construtores do conhecimento.

domingo, 26 de junho de 2011

O ensiso mecanizado

A figura (tópico 01, aula 04) ilustra de maneira bastante direta a idéia de que a tafera do professor consiste em fazer com que o aluno assimile um conjunto de conteúdos de forma mecânica, como um produto industrializado cujo teor é indistinguível. Essa ilustração demonstra, de forma cômica, a atuação do professor sem a preocupação da contextualização do conteúdo, sem se ligar às peculiaridades dos alunos e às possibilidades de atualização do tema, além de ignorar a capacidade crítica dos nossos alunos.

Avaliação ou testes de máquinas???


Ao observar a figurado professor e aluno da aula 4, imagina-se o ato de consertar uma máquina, o aluno, e o professor como o detentor do conhecimento para o trabalho. Essa visão mostra o quanto tudo está sendo pautado na automação. O ser humano deve seguir padrões impostos há séculos, principalmente na educação. O fazer educacional vem se especializando, porém muitos de nós não os seguimos, ainda estamos focados em números e não em avaliações contínuas, que levem a compreensão do que realmente importa: O aluno realmente conseguiu fundamentação para o uso do que lhe foi ensinado???

Um trecho bastante interessante do livro: AVALIAÇÃO , MITO E DESAFIO AUTORA: JUSSARA HOFFMAN

"A avaliação , na perspectiva de construção do conhecimento parte de duas premissas básicas : confiança na possibilidade dos alunos construírem suas verdades e valorização de suas manifestação e interesses. Exige do educador uma concepção de criança , jovens e adultos,como sujeitos de desenvolvimento inserido no contexto de sua realidade social e política. Daí, a avaliar é dinamizar oportunidades de ação-reflexão, num acompanhamento permanente do professor , que incitará o aluno a novas questões a partir de respostas formuladas , não num momento terminal do processo educativo, mas uma busca de compreensão das dificuldades do educando e na dinamização de novas oportunidades de conhecimento."

Assim devemos construir com os alunos o processo de aprendizado, objetivando a qualidade e não a quantidade, como é muitas vezes observado nos modelos presentes de provas.

Abraços

Maria Cristiane

Qual é a sua ferramenta?

O termo ferramenta tem sido bastante utilizado no que se refere à avaliação. A imagem faz o uso literal de uma ferramenta que se, não está servindo para abrir a cabeça do aluno está servindo para o conserto de alguma coisa...


As práticas avaliativas com que a imagem pode ser comparada é a de um método onde o aluno é um ser manipulado, sem autonomia, capaz de abstrair apenas do que o professor pode lhe passar. O aluno é tido como uma máquina, totalmente manipulada pelo seu superior. Responde pelo que é programado.


[...] o educador aparece como seu indiscutível agente, como o seu real sujeito, cuja tarefa indeclinável é ‘encher’ os educandos dos conteúdos de sua narração. Conteúdos que são retalhos da realidade desconectados da totalidade em que se engendram e me cuja visão ganhariam significação. A palavra, nestas dissertações, se esvazia da dimensão concreta que deveria ter ou se transforma em palavra oca, em verbosidade alienada e alienante. Daí que seja mais som que significação, assim, melhor seria dizê–la. FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 43° edição, pag. 65, 2005.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO


  A figura demonstra uma atitude onde o professor é detentor do conhecimento e o aluno é uma tábua em branco, onde o professor coloca o conhecimento dentro dele.
  Ele é que domina o saber e não há troca nenhuma de informações. Muitas vezes a pratica avaliativa quando aplicada de forma errada traz grandes prejuízos à formação
do ser, que não podemos esquecer que também é pensante e traz consigo toda uma história de vida, pois está inserido em um meio social e cultural.
  Um exemplo de avaliação que em alguns momentos não registra a real situação, é o emprego de notas de 0 a 10, pois avalia-se um determinado momento daquela pessoa, e esta  pode estar passando
por uma situação difícil, ou somente pelo fato de está sendo avaliado já fica nervoso e dá aquele famoso branco.
  Precisamos avaliar de forma linear e constante nossos alunos e nos diversos aspectos de sua aprendizagem.

Curso de Formação Continuada de Tutores - Turma C (Química) 2011.1: Karinells: Educação a Distância

Curso de Formação Continuada de Tutores - Turma C (Química) 2011.1: Karinells: Educação a Distância: "Pressupostos da Educação Paulo Freire nos coloca 5 pressupostos da educação, que são de extrema importância até os dias de hoje, mas entre..."

Figura avaliativa

A metodologia educacional é uma ferramenta extremamente importante, pois leva em conta um roteiro geral para a atividade e as linhas de ação utilizadas pelos professores em suas aulas. Neste sentido, essa metodologia é utilizada pelo professor para trabalhar os conteúdos curriculares e se alcançar os objetivos pretendidos.
Analisando a figura da aula 4, percebe-se que o professor está utilizando métodos tradicionais e inadequados de ensino para repassar o conhecimento ao aluno. Uma vez que a metodologia utilizada não permite a interação com o aluno e, portanto, não leva em conta a estrutura psicológica do mesmo.
Na figura, o professor, apoiado em sua autoridade, está utilizando métodos em que cabe a ele transmitir o conhecimento e aos alunos apenas recebê-lo de forma passiva, ouvindo, memorizando e repetindo o assunto.
Para repassar o conhecimento, o profesor está utilizando ferramentas que permitem controlar a mente do aluno, sem permitir o intercâmbio de informações entre educador e educando. Neste contexto, a prática avaliativa utiliza um mecanismo tradicional e mecânico, levando a simple repetição e memorização do assunto, sem permitir que o aluno interprete o conteúdo repassado e, com isso, possa tirar suas próprias conclusões e participar do processo educativo. Esta prática inibe o desenvolvimento intelectual e moral do aluno.
Sabemos a metodologia educativa precisa estar inserida no processo de ensino e aprendizagem e necessita ser constantemente planejada e repensada.
Será que estamos utilizando as mesmas ferramentas educativas ilustradas na figura ?

Katiane Queiroz

Práticas Avaliativas

Observando a imagem da aula 4, ela me passa a ideia de que o professor está “depositando” os conteúdos não aprendidos dentro da cabeça do aluno, e esse por sua vez se encontra totalmente submisso a essa situação. O martelo na mão do professor indica que esse procedimento está sendo feito “a força” e que o professor tem o controle total do aprendizado, mas que também não é fácil para o professor colocar os conhecimentos na cabeça do aluno. O aluno não interage com o professor na construção do conhecimento. Ele apenas recebe esses conhecimentos de forma apática, não crítica e nem tão pouco prazerosa.
E ai quando relacionamos essa figura com nossas práticas avaliativas vem a nossa reflexão: até que ponto estamos nos comportando como o professor da figura?
Será que mostramos aos nossos alunos que eles precisam fazer a parte deles na construção do conhecimento e que as práticas avaliativas são somente uma parcela do processo de aprendizagem?
Será que nossas avaliações vão além de atribuir nota (valor), acompanhando todo o processo, observando e analisando cada situação, buscando soluções de forma a desenvolver e construir o conhecimento dos alunos?
Abraço,
Mozarina

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Analisando a figura...

Tentando interpretar a figura da aula 4 me pareceu que o professor tem o total dominio da situação. O aluno faz o papel de um robô, que está precisanso de algum ajuste. Para isto o professor se encontra com a ferramenta na mão, para realizar este ajuste no aluno. A figura passa a idéia de que o aluno está sem ação, totalmente sob controle do professor.
Quando pensamos nas práticas avaliativas somos levados a refletir se estamos nos comportando assim... Será que tambem estamos fazendo o papel do professor da figura?
Entendo a avaliação como uma etapa do processo de aprendizagem, onde o aluno tem a oportunidade de avaliar os conhecimentos adquiridos na disciplina. O professor é apenas o interprete desta avaliação com a função de atribuir a nota.
Fica então o questionamento para reflexão: estamos usando adequadamente a avaliação para que ela seja parte integrante do processo de aprendizagem?

sábado, 18 de junho de 2011

BATE-PAPO

  • Alguns aspectos são importantes no planejamento de um bate-papo, como: agendar com antecedência datas e horários dos chats; confirmar com os alunos a participação nas datas programadas; traçar objetivo do chat e elaborar questionamentos dentro desse objetivo para lançar no início e em outros momentos do chat para estimular a participação dos alunos.
  • O tutor deve estimular a interação entre os participantes, fazendo com que eles comentem as postagens uns dos outros; lançando questionamentos sempre que necessário; direcionando as reflexões sempre que houver algum desvio de assunto.
  • Algumas ações importantes para que os alunos entendam a importância do bate-papo são: agendar com antecedência os chats e também, conduzir de maneira organizada o bate-papo para que os alunos percebam o planejamento e organização, estimulando a participação nos próximos; os objetivos devem estar claros para que os alunos entendam como se manifestar no chat.
Olá colegas,

sobre os outros pilares de Paulo Freire: fé nos homens, esperança e pensar crítico, podemos dizer que hoje a busca pelo senso crítico de nossos alunos tem sido intensificada, não só de conhecimento mas de valores sociais, de cidadania mesmo. Parte da juventude hoje, tem uma baixa autoestima, que se não for trabalhada, pode nos levar, por exemplo, a essas loucuras cometidas por um jovem em realengo, gerando violência, terror e morte. Que valores estamos repassando e cobrando dessa juventude? Temos que fazer esses jovens acreditarem que eles tem capacidade sim, as vezes maior em uma área e menor em outra, que eles podem aprender a viver melhor, através do conhecimento e do senso crítico de valores.
Olá pessoal,

quanto aos pilares AMOR e HUMILDADE de Paulo Freire, posso dizer que os alunos sentem a necessidade de nos relacionarmos com eles da melhor forma possível, demonstrando que nos importamos com sua vida, sua história. Tenho vivenciado esses sentimentos dos alunos nas disciplinas que já ministrei na UFC Virtual, é interessante a satisfação dos mesmos quando demonstramos carinho e atenção e também, nos mostramos dispostos a aprender com suas experiências ou conhecimento adquirido pelo estudo.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Aula 04 - Figura Professor Aluno

A avaliação é um elemento do processo de ensino-aprendizagem, sendo muito importante que se leve o aluno a entender os momentos de avaliação como oportunidades para aprender.
Verificando a figura do professor com o aluno na Aula 04-Tópico 01, considero que o professor ao abrir a cabeça do aluno, está verificando o que o aluno aprendeu, ou seja, está avaliando. Como não visualizamos uma prova, podemos entender que o processo de avaliação foi oral.
A ferramenta que o professor segura na mão, significa que critérios o professor usou para avaliar o aluno. Observa-se que existe uma bola pequena no centro da cabeça do aluno, indicando que o mesmo não consequiu aprender tudo que deveria, pois, há espaço vazio ao redor da bola.
Fazendo uma comparação da figura com as práticas educativas, entendemos que o professor deseja saber os conhecimentos adquiridos pelo aluno, para fazer uma avaliação com ética e responsabilidade.
Sabemos que avaliar não é um processo tão fácil, em EaD precisamos estar muito atentos para que nas atividades o aluno não use o *Ctrl C e Ctrl V*, pois, esta não é forma de se aprender.

Eugenia

Chat Turma 1

O objetivo principal do chat foi discutir a importância do chat como ferramenta de ensino, relatar experiências vivenciadas e relacioná-las ao texto “Sobre o uso do chat como ferramenta auxiliar de ensino e aprendizagem no curso de Mestrado em Informática da Universidade Católica de Brasília”. O chat foi dirigido por nosso tutor Elcimar que levantou questões para que o objetivo do momento pudesse ser atingido com eficiência e interação da turma.

A minha reflexão sobre o bate-papo ocorrido é que o momento foi muito oportuno, pois durante todo o curso essa foi à única vez que nos falamos de forma síncrona. A ocasião nos permitiu falar sobre um assunto previamente estudado e que, portanto, serviu para fixarmos as informações. Tem a ver com isso o trecho que eu mais gostei do texto em questão: O conceito etimológico de ensino decorre da palavra latina signare que significa “colocar dentro, gravar no espírito”, donde se conclui que ao ensinar objetiva-se gravar idéias na cabeça de alguém (aluno) [PILETTI, p. 28-31].

No entanto, levanto uma reflexão para todos, que insistamos em retirar dos chats a fuga do objetivo do mesmo. É incrível como ainda tem pessoas que se apresentam nitidamente despreparadas fazendo comentário pelos ganchos que pegam das discussões dos demais participantes. Dessa forma, a idéia do sistema que é de tão grande respeito fica banalizada.

Concluo a minha reflexão descrevendo que o chat tem sido para mim um instrumento de ensino e avaliação de grande importância. A partir dele consigo alcançar o rendimento dos alunos e identificar quem está se dedicando para ter.

Abrir a cabeça do aluno e a do professor também


O professor tenta de todas as formas inicialmente examinar o que se passa na cabeça do aluno, obviamente ele não conseguirá “ver” tudo, pois a visão do aluno sobre aquela matéria ou tópico é dele e somente dele e somente ele poderá informar ou externar a sua visão pessoal. O professor também está abrindo sua cabeça pois tem que entrar em sintonia com o universo particular do aluno, acompanhar seu ritmo, ver suas deficiências e tentar supri-las com as diferentes técnicas pedagógicas. Somente assim, ou seja, após vislumbrar a visão do aluno sobre aquele tópico é que ele poderá partir para um novo nível de conhecimento.

Antonio Carlos

Bate-papo, cuidado.


Uma das mais diretas formas de trocar informações é utilizar o contato direto em tempo real, o telefone é um bom exemplo disso e utilizamos este recurso tecnológico todos os dias. A interação direta é diferente do fórum, pois a ideia e sua discussão são ao vivo, sem segundas interpretações. O bate papo em EAD tem este objetivo, ou seja, muitas vezes uma dúvida, pode ser esclarecida pelo tutor ou mesmo um colega de turma que às vezes sem querer,  acaba ajudando. Muitas informações, porém devem ser evitadas nesta hora, deve haver um planejamento por parte do tutor para que ele flua com desenvoltura e tenha resultados positivos para todos, devem se evitar piadas, comentários fúteis e principalmente inserir assuntos que não tem nenhuma relação com a ideia proposta. Se isto ocorrer cabe ao tutor chamar para ideia principal para que não se perca o foco do assunto. Um longo tempo também deve ser evitado, pois a discussão sobre a mesma ideia acaba ficando repetitiva e enfadonha, uma hora é um tempo ideal. O número de participantes é relativo, ou seja, uma turma grande pode convergir em ideias para um mesmo ponto outras com menor número de pessoas podem diferir consideravelmente em nível e convergência de ideias, se isto ocorrer cabe ao tutor subdividir a turma de forma a otimizar a(s) discussão (ões) sobre o assunto. O esclarecimento e discussão é o ponto principal de um chat.
Antonio Carlos

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Pilares de Paulo Freire

A. O amor ao mundo e aos homens como um ato de criação e recriação. Esse amor é condição de emancipação entre os homens chamados a serem sujeitos da história na responsabilidade pelo mundo.

B.
A humildade, como qualidade compatível com o diálogo. Ser humilde é um valor importante na atitude dialógica, por levar o ser humano a perceber o outro tão homem quanto si mesmo.

C.
A fé, como algo que se deve instaurar antes mesmo que o diálogo aconteça, pois o homem precisa ter fé no próprio homem. Acredita-se na possibilidade de cada homem de ser mais livre, de ser mais crítico, de ser mais criativo, de ser mais transformador.

D. O homem traz na sua imperfeição a busca de querer ser mais. Assim, ter esperança não deverá ser uma atitude de acomodação mediante uma visão fatalista do real, mas levará a lutar por uma sociedade menos injusta e mais humana.

E. O pensar crítico requer a transformação permanente da realidade para a permanente humanização das pessoas.

Dialogicidade de Paulo Freire


Os elementos da dialogicidade de Paulo Freire são essenciais não só na educação, mas durante toda a nossa convivência humana. Não vivemos num muno se diálogo, mudos a tudo. Somos sempre convidados a estabelecer um diálogo com alguém.






Se não tivemos o mínimo de amor ao próximo, viveríamos em eterna guerra. Eu sei que devemos valorizar e dar graças a Deus por tudo que temos e somos. Não quer dizer que a escola ou a universidade deve comparar seus alunos com seus filhos. O professor deve compreender a combinar severidade e respeito de forma a tornar seus alunos mais independentes.



A humildade antecede o diálogo, pois não pode haver arrogância nas relações, principalmente nas mediações de conflitos. Podemos definir humildade como um sentimento que faz com que a pessoa reconheça seus defeitos e qualidades; suas próprias limitações; modéstia; ausência de orgulho.Quem hoje em dia, em sã consciência reconhece que está errado e perde desculpas pelo seu modo de tratar as pessoas...


A fé deve ser mútua, para que seja estabelecida a confiança em ambas as partes. Pensem na música de Gonzaguinha: Nunca pare e sonhar.

Nunca Pare de Sonhar

Gonzaguinha

Ontem um menino que brincava me falou
Hoje é a semente do amanhã
Para não ter medo que este tempo vai passar
Não se desespere, nem pare de sonhar
Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs
Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá
Nós podemos tudo, nós podemos mais
Vamos lá fazer o que será


Com isso a esperança de atingir os objetivos será cada vez mais fortalecida pelos laços de amizade, proporcionando a criticidade e consequente convivência harmoniosa entre o homem e o mundo.

Professor

O que se percebe ao analisar a figura é o professor está buscando uma fórmula de avaliar a capacidade do aluno de refletir sobre os conhecimentos prévios, suas principais dificuldades, suas habilidades e competências.

Na educação à distância os métodos de avaliação refletem em uma conjuntura somativa, ou seja, pautados em que resolução de exercícios, módulos de atividades, em que o domínio do conteúdo consistia em elemento de avaliação da aprendizagem pelos docentes. Avaliar vai além de atribuir valor, significa também acompanhar o processo, observar e analisar as situações e buscar as soluções de forma a perceber e identificar o desenvolvimento e a construção de conhecimentos pelos alunos.

Segundo RAMOS, D.; FRISKE, H.; ANDRADE. S. (2007), quando se discute a avaliação na Educação a Distância, é preciso considerar alguns eixos, como:

Construção, Relação e Interação

Essa avaliação reguladora vai sendo construída por meio da avaliação que o aluno faz do curso (materiais, mídias, tecnologias, laboratórios virtuais, pólos, avaliações presenciais, professores, etc.), ao longo de todo o processo de implementação do mesmo.

Avaliação


Concordo com visão da Ellen sobre a representatividade da fígura. O professor está agindo como um técnico e está procurando consertar algo na máquina aluno. Com certeza, seu instrumento de medida da necessidade de conserto do aluno foi uma avaliação mostrando quanto o aluno conseguiu adquirir de conteúdo. Há relatos que a avaliação na forma tradicional provoca tensão psicológica que afeta a atenção, percepção e raciocínio. Logo, como podemos confiar totalmente nesta forma de avaliação? Precisamos está atentos a uma forma de avaliação mais completa, que vise o aluno como um todo, que o avalie em todas as suas capacidades.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Professor

Observando a figura que está na aula 04 do solar observa-se que o professor abre a cabeça do aluno para saber porque este não assimila o conteúdo ou ainda porque tem tanta dificuldade com a disciplina e, assim, ele quer consertar, assim como um computador que está com defeito, e que a única maneira de fazer funcionar é abrindo a CPU e observar quais dos diversos componentes de software ou hardware talvez não esteja funcionando corretamente e tentar substituir por um novo ou consertar o já existente.

Às vezes, nos deparamos com alunos que não conseguem assimilar com tanta facilidade determinado conteúdo, mas eles também não se pronunciam, falando com o professor sobre suas dificuldades. Não podemos saber se alguém asssimilou se este não fala. Apenas sabemos quando nos deparamos com as notas ou com os exercícios não resolvidos.

Bate Papo

Bate Papo

Como o próprio nome já diz, bate papo, seria uma conversa mais informal que aproxima mais professor e aluno. Como qualquer outra atividade de ensino, está precisa de planejamento e atualização contínua. Tempo e número de alunos participantes é o início de um bom bate papo, igualmente quando estamos conversando em outros bate papos virtuais.

O Chat é uma ferramenta e devemos fazer o uso da melhor forma possível. Pode-se pedir aos alunos reflexões do mesmo após a atividade. Assim os próximos chats teriam melhor planejamento.

Maria Cristiane

domingo, 12 de junho de 2011

AULA DE BATE PAPO

Uma aula de bate papo precisa ser bem planejada igualmente como qualquer outar aula, principalmente porque precisa ser marcada com atecedencia para que todos possoam se preparar para este momento, pois é um momento de troca.
Sem dúvida alguma a quantidade de participantes influencia e muito na qualidade da aula, pois pode-se perder o foco devido a quantidade de dúvidas e comentários. O professor por sua vez pode e deve prever um assunto a ser debatido nesta aula, pois os alunos já vão sabendo do que será tratado, e olha que isso não tira as gracinhas que aparece no percurso.
Com relção a interação, nós educadores não precisamos responder todas as dúvidas de todos os alunos, podemos pedir a colaboração dos colegas para esclarecer a dúvida do outro, estimulando a troca e a interação.

Karinells: Educação a Distância

Pressupostos da Educação

Paulo Freire nos coloca 5 pressupostos da educação, que são de extrema importância até os dias de hoje, mas entre eles o que posso destacar é o AMOR, este essencial para eduacadores e educandos no nosso dia a dia. Precisamos perceber que se não amarmos o que fazemos não adianta de nada nossos esforços, pois não conseguiremos atingir nossos objetivos e acabaremos a fazer algo sem qualidade e isso é marcado na vida de nossos alunos para sempre. Podemos destacar algo que está acontecendo atualmente, que a greve dos professores, será se não fosse o AMOR estariamos lutando por melhores condições de trabalho. Acredito que precisamos de todas estes pressupostos citados por Paulo Freire, amor, fé, humildade, esperança e pensar critico para podemos exercitar a EDUCAÇÃO.

Um bom bate-papo

1) Que aspectos são importantes para um planejamento de um bate papo?
Agendar desde o primeiro encontro presencial, ouvindo as datas e horários que melhor atenda a turma;
Formar turmas pequenas, em dias e horários diferentes, de forma a favorecer o comparecimento de todos.
Mandar mensagem com antecedência Lembrando a data e horário do chat.

2) Vimos que o tutor deve estimular a interação entre os integrantes durante as aulas de bata papo. Como fazer isso?
É importante saber previamente o assunto a ser abordado, talvez com textos ou conteúdos que mereçam ser melhor explorados;
Colocar questionamentos para direcionar o assunto a ser abordado, explorando o mais possível o que cada um colocar, dirigindo-se àquele aluno;
Retomar a discussão quando necessário para evitar perder o foco;
Tentar colocar mais emoção, personalizando o mais possível as resposta colocadas;
Utilizar linguagem acessível.
3) Que ações são importantes para que os alunos tenham consciência da importância de um bate papo?
Previamente, mostrar para eles que o Chat é uma oportunidade de estar mais perto do tutor e do restante da turma, levando-o a não se desmotivar com pequenas dificuldades que podem ser resolvidas e conseqüentemente melhorar a aprendizagem.
Mostrar que no Chat as dúvidas poderão ser mais direcionadas e, juntamente com as outras dúvidas dos colegas a aprendizagem será mais efetiva.
Abraço,
Mozarina

Elementos de dialogicidade de Paulo Freire.

Achei muito interessante todo o conteúdo aula 3, a qual coloca, que segundo Paulo Freire os 5 pilares que norteiam a comunicação entre educador e educando são: amor, humildade, fé nos homens, esperança e pensar critico. Fazendo uma leitura reflexiva sobre como estamos ministrando nossas aulas em EaD, segundo a ótica de Paulo Freire, posso dizer que não é fácil seguirmos esses pressupostos. Entretanto, entendo que quando fazemos algo que gostamos, levamos nesse momento o AMOR para essa atividade. Na nossa função de modo especial a linguagem do AMOR deve ser preponderante sobre os outros pilares, pois assim será mais fácil nos colocarmos no lugar dos nossos alunos, tratando-os com cordialidade e afetividade. Sabemos que colocar isso no ensino presencial já não é fácil, principalmente nas aulas de EaD, mas precisamos encontrar formas de colocar mais “emoção” e alegria nas nossas aulas no semi-presencial. Quando respeitamos as idéias e pensamentos dos alunos e estamos abertos às suas contribuições, estamos exercendo a humildade. Será que temos consciência de que quando verbalizando para nossos alunos que acreditamos que têm capacidade de mudar, de recriar, demonstrando confiança no seu crescimento, melhorando sua auto-estima, estamos usando o 3º elementos de dialogicidade de Paulo Freire, ou seja, fé nos homens? Outro elemento de dialogicidade é a esperança. Sabemos que todos nós somos seres inacabados e, portanto estamos sempre a procura da perfeição, que somente será alcançada através da comunicação. Por último, o pensamento critico, leva o aluno a avaliar o seu próprio processo de aprendizagem e a se posicionar criticamente para que realmente possa acontecer um diálogo verdadeiro entre educador-educando

Fazendo agora uma avaliação crítica sobre a minha prática pedagógica, reconheço a essencialidade da dialogicidade de Paulo Freire na promoção de contextos favoráveis ao aprendizado de estudantes de EaD, e em alguns aspectos aplico esses pilares freirianos, mas há ainda alguns pontos a serem aperfeiçoados.